A Necessidade de Diálogo Entre as Civilizações

No decorrer dos séculos, a humanidade passou por inúmeros conflitos cujas raízes encontravam-se plantadas em questões étnicas e religiosas, marcadas sobretudo pela intolerância e pela falta de conhecimento em relação ao outro e a tudo o que era diverso da realidade conhecida.

O ápice destes conflitos sempre foi alcançado quando, ao se perder a noção de justiça, os inocentes morriam sob a égide de palavras como liberdade, direito e religião. Na verdade, estas palavras sempre serviram a objetivos outros que não a integridade física, moral e espiritual das criaturas.

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A Casa da Ciência em Bagdá

O período mais brilhante da civilização islâmica foi sem dúvida o dos califas abássidas de Bagdá (750-1258) e dos omíadas espanhóis (755-1492).

Durante dois séculos, o fermento intelectual não diminuiu por um único instante. Al Ma’mun foi o califa que mais fez pela expansão cultural de Bagdá. Ele buscava o conhecimento onde estivesse, manteve relações com os imperadores de Bizâncio, escolheu os melhores tradutores para traduzirem os trabalhos de Aristóteles, Hipócrates, Galeno, Euclides, etc. Mamun cercou-se de eruditos, tradicionalistas, teólogos racionalistas, gramáticos, analistas, etc.

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